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Sebo na pele: Veja o que são Glândulas Sebáceas e dicas para cuidar de pele oleosa

Quem tem a pele oleosa, provavelmente já ouviu dizer que essa situação acaba ocorrendo por conta do sebo que é produzido excessivamente pelas Glândulas Sebáceas. Entretanto, qual a real utilidade desse devo que é produzido e para que ele serve? Bom, hoje vamos explicar tudo para você que envolva o sebo na pele e ainda te daremos dicas para cuidar de forma correta da pele com oleosidade. Bora lá?
Embora o sebo na pele seja um dos principais responsáveis pelo aspecto oleoso da região, ele não é o nosso vilão. Basicamente, o sebo na pele é uma espécie de secreção constituída por Triglicerídeos, Colesterol e Ácidos Graxos. Mais precisamente, o sebo é uma espécie de óleo que as Glândulas Sebáceas produzem e seu intuito é nada mais nada menos do que evitar que a pele seja prejudica por bactérias, protegendo-a, além de deixar a região bem lisinha e lubrificada.
Sem contar que o sebo na pele auxilia na manutenção da hidratação da região, ajudando a reduzir os sinais de velhice no nosso rosto. De forma equilibrada, o sebo deixa a pele com aspecto saudável, bem hidratada e super flexível.


Falta e excesso: O que pode ocorrer se tratando de sebo na pele?


Você já deve ter ouvido falar que nada em excesso ou em falta é bom, afinal temos que encontrar o equilíbrio. E sim, boa seria diferente com o sebo na pele, que pode ser um problema quando está sendo produzido demais ou de menos pelas Glândulas Sebáceas.
Quando o sebo vem em excesso, por exemplo, ele virão um grande vilão na medida em que promove o surgimento de muitos problemas com acne na pele. Aliás, a região fica com aquele aspecto de brilho exagerado e gorduroso, e alguns pontos ficam bem inflamados, Que é nada mais nada menos do que as indesejáveis espinhas que aparecem.
E assim como a quantidade excessiva causa problemas, a falta também não faz bem para a nossa pele. Basicamente, a falta de sebo na pele provoca ressecamento na região e aspecto avermelhado.


Tem como controlar de alguma forma o processo produtivo de sebo na pele?


Com os cuidados certos, conseguimos manter o equilíbrio do processo produtivo de sebo na pele pelas Glândulas Sebáceas, assim não sofremos com os problemas produzidos tanto pela falta quanto pelo excesso dessa secreção.
E não tem muito segredo, você precisa apenas investir na rotina diária de cuidados com a pele. Manter ela bem limpa, hidratada e esfoliada são os principais processos de cuidados que precisamos cultivar. E. Claro, a frequência de cuidados vai variar de pessoa para pessoa, afinal cada um tem um tipo de pele que demanda cuidados específicos.
No processo de limpeza, o principal ingrediente, independente qual tipo de pele você tenha, é lavar a região por menos duas vezes só dia, sem esquecer de usar a água modelar que é um grande aliado quando o assunto é limpeza de pele.
No processo de hidratação, o foco deve ser a utilização de um bom creme a base de água, caso você tenha uma pele já oleosa. Existem cremes próprios também para peles secas ou normais. A depender do seu tipo de pele, escolha um creme ideal para ela e pronto, com o lê você vai manter ela bem hidratada.
E por fim, no processo de Esfoliação, o ingrediente principal é saber bem a frequência que você deve fazer dependendo do seu tipo de pele. Quem tem pele oleosa, por exemplo, pode esfoliar a região duas vezes semanalmente. Já as demais, só podem esfoliar a pele uma vez na semana.
Vale enfatizar que com o passar dos anos, o sebo que é produzido na pele pelas Glândulas Sebáceas, vai se reduzindo gradativamente. Em vista disso, é normal que uma pele mais madura acabe sendo mais ressecada e por isso apresente linhas de expressão com mais destaque.
Se esse é o seu caso, a dica é apostar em cremes Antirrugas e bem hidratantes, para ajudar a controlar os níveis de ressecamento da região.


Afinal, o que são Glândulas Sebáceas?


De forma bem resumida as Glândulas Sebáceas nada mais são do que as responsáveis pela produção do sebo na pele. Isso ajuda a evitar que a região sofra com ressecamento e com perda em excesso de água.
Basicamente a nossa pele é constituída por duas camadas: A Epiderme, que nada mais é do que a camada externa da pele e a Derme, que é a camada interna da região.
Além disso, encontramos também outras estruturas que estão diretamente ligadas com nossa pele, como por exemplo, os pêlos, as unhas, as Glândulas Mamárias, as Sudoríparas e as famosas Glândulas Sebáceas.
Para quem não sabe, as Glândulas que produzem sebo na pele estão diretamente interligadas com os Folículos Pilosos. Elas são Exócrinas Alveolares e Holocrinas, isto é, são constituídas por uma secreção composta por células de produção.
Esses Alvéolos que fazem parte das Glândulas Sebáceas, são constituídos por uma camada mais externa de células do tipo epitelial, que ainda são diferenciadas por células arredondado que basicamente acabamos acumulando secreção de Conteúdo Lipídico.
Todas as células que acabam se localizando na região central dos Alvéolos acabam morrendo e em vista disso se rompem, promovendo a liberação do sebo na pele.
Tais Glândulas Sebáceas constituem uma espécie de Ducto que é curtinho e termina na maioria dos casos, na região do Fóliculo Piloso. Nas regiões onde não se concentram pelos, como por exemplo nos lábios, as Glândulas do tipo Sebáceas acabam eliminando suas secreções na parte superficial da pele. Tais Glândulas podem ser encontradas de forma bem ampla na região do Couro cabeludo, enquanto que na região das Palmas da não e na planta do pé elas são ausentes.
Como mencionamos anteriormente, com o passar do tempo as Glândulas Sebáceas vão sofrendo mudanças por conta das alterações hormonais que vivemos.
Quanto mais um indivíduo envelhece, sua Glândula aumenta de tamanho, contudo sua quantidade não se modifica. É aproximadamente aos dezessete anos de idade que alcançamos os níveis máximos de produção de Glândulas Sebáceas.
Depois da menopausa, a mulher acaba tendo sua produção reduzida de sebo na pele, enquanto que os homens apresentam tal produção em níveis normais até oitenta anos de idade.


Principais problemas diretamente ligados com as Glândulas Sebáceas


Quando o assunto é Glândula Sebácea, os principais problemas que podemos destacar é a acne e a Hiperplasia Sebácea. A acne, que é mais conhecida, nada mais é do que um problema que surge por conta das Glândulas Sebáceas e dos Folículos Pilossebaceos que acabam ficando inflamados.
Não de trata de um problema que traz danos para a saúde em si, porém incomoda bastante que a tem e pode ainda promover o surgimento de cicatrizes na região e atingir a saúde psicológica do indivíduo, por conta do aspecto da lesão que acaba se formando, afetando diretamente a autoestima e autoconfiança.
Já a Hiperplasia Sebácea, nada mais é do que um problema decorrente das unidades Sebáceas que acabam se proliferando. O indivíduo com tal problema apresenta Pápulas muito elevadas, com aspecto amarelado pálido ou da cor da pele mesmo.


Classificação das Glândulas Sebáceas


Vamos entender um pouco como as Glândulas Sebáceas se classificam. Veja abaixo a relação que separamos para que você compreenda melhor:
• A Glândula Sebácea pode ser classificada quando ao local onde é eliminado as secreções,
• Quanto ao modo em que essa eliminação ocorre,
• Pode ser classificada quanto ao número de células,
• E quanto aos formato da Glândula.
Entenda as seguir um pouco sobre cada uma das classificações:

Quanto ao local onde as secreções são eliminadas podemos classificar as Glândulas como Exócrinas, Endócrinas ou Aficrinas. As Exócrinas são glândulas constituídas por ductos ou canais que promovem o transporte da secreção, desde a Glândula em si até o chamado Epitélio.
Nesse caso se eliminam as secreções na superfície do chamado Epitélio de Revestimento que efetivamente a originou. E como exemplo de Glândulas Exócrinas podemos citar as Glândulas Mamárias, as Sudoríparas, as Sebáceas, as Salivares e outras em geral.
Já as Endócrinas são constituídas por ductos que promovem o transporte de substâncias. Em vista disso elas não entram em contato direto com o Epitélio que os originou. Suas secreções são denominadas Hormônios e suas colegas são realizadas por intermédio
dos casos de sangue presentes no Tecido Conjuntivo. Como exemplo de tais Glândulas podemos citar a Hipófise, a Tireoide, a Suprarrenal e assim por diante.
E por fim temos a Glândula do tipo Aficrina, que também é conhecida como mista. Como o nome já diz, por ser mista, tais glândulas exercem funções de Endócrinas e Exócrinas simultaneamente. Como exemplo podemos citar o Pâncreas, cuja parte Exócrinas promove a secreção de Enzimas de caráter digestivo, enquanto que a parte endócrina promove a secreção de hormônios como a Insulina, o Glucagon e a Gástrica.
Outro exemplo é o ovário, cuja parte Exócrina promove a produção dos óvulos, enquanto que a endócrina promove a secreção de hormônios conhecidos como Estrogênio e Progesterona.
Os testículos também são exemplos de Glândulas mistas. Sua parte Exócrina promove a produção de espermatozóides enquanto que a Endócrina promove a secreção do hormônio conhecido como Testosterona.

Quanto a forma de eliminação das secreções, podemos classificar as Glândulas como Merocrinas, Holocrinas e Apocrinas. As Merocrinas, também conhecidas como Ecrinas promovem a eliminação exclusiva da secreção. Em vista disso, não surge a chamada perda da célula que promove a secreção da glândula. Como exemplo podemos mencionar as Glândulas Lacrimais, as Salivares e as Sudoríparas.
Quanto as Glândulas do tipo Holocrinas, toda a célula acaba se destacando da Glândula, com isso ela se desintegra e leva junto toda a secreção produzida que foi acumulada. Em vista disso ocorre o que chamamos de perda da célula secretora em sua totalidade. Assim, toda a atividade das Glândulas são mantidas em um processo continuo onde as células são renovadas. Como exemplo disso podemos citar as Glândula Sebáceas.
Por fim temos a Glândula do tipo Apocrina, cujas células promovem a eliminação de toda a secreção, junto com uma parcela do seu Citoplasma. E logo posteriormente essa célula de excreção se regenera. Nesse caso, o que chamamos de perda da célula de secreção ocorre de forma parcial.
Como exemplo podemos mencionar as Glândulas Mamárias, as Sudoríparas e as Odoríferas.

Quanto ao número de células, podemos classificar as Glândulas como Unicelulares ou Pluricelulares. No caso das Unicelulares, as glândulas produzem secreção com apenas uma célula. Como exemplo citamos as Glândulas Caliciformes presentes nas fossas da região Nasal.
Já no caso das Pluricelulares, as glândulas promovem secreções constituídas por várias células. Como exemplo disso citamos as Glândulas Sudoríparas e as Lacrimais.anto a forma, podemos classificar também as glândulas. Mas antes de entendermos essa classificação é importante saber que a Glândula é simplificada quando constituída por apenas um duto e Ramificada quando possui mais de um deles.
Dentro dessa classificação temos a Glândula Tubulosa, a Glândula Acinosa e a Túbulo-Acinosa.
A tubulosa, também conhecida como Glândula Tubular, promove a secreção da Glândula que assume um formato de tubo. Ela pode ser uma Glândula simplificada, Ramificada ou até mesmo enrolada.
Quando se trata de uma Glândula Tubular simplificada, os dutos nãos são distintos a secreção produzida é aberta diretamente na parte superficial. As glândulas Intestinais são um exemplo disso.
Quando ela é do tipo Ramificada, é constituída por diversas partes de tubulares de secreção, cujo se convergem em um tubo único que não tem essa ramificação. As Glândulas Gástricas e Uterinas são exemplos disso.
Quando a Glândula Tubular simplificada é do tipo enrolada, seu Ducto é constituída por uma porção enrolada, como o próprio nome diz. Como exemplo temos as Glândulas Sudoríparas esse as Vesículas de caráter seminal.
Se tratando de Glândula Acinosa, também conhecida como Alveolar, nós referimos a um tipo de Glândula cuja secreção acaba assumindo um formato similar ao de um cacho de uva. Ela também pode ser simplificada, ramificada ou de caráter composto.
Quando se trata da versão simplificada, a Glândula se apresenta como uma espécie de bolsa bem na superfície epitelial. Além disso se reveste por células de secreção. A Glândula Mucosecretora é um exemplo disso.
A versão ramificada é constituída por diversos Acinos de secreção que vai se esvaziando em uma espécie de canal de excreção. Nesse caso as Glândulas Sebáceas são um ótimo exemplo disso.
E por fim, quando a Glândula Acinosa se apresenta de forma composta, ela é constituída por várias unidades que se apresentam em forma de acino. Essas unidades acabam drenando a secreção produzida para um sistema composto por ductos ramificados. Um exemplo disso é a Glândula do Pâncreas.
A terceira classificação da Glândula quanto ao formato é a Túbulo-Acinosa. Nela você encontra tanto partes tubulares como acinosas, de maneira simultânea. Elas podem se apresentar de forma simples ou de forma composta.
Na versão simplificada, a provão tubulosa e Acinosa acaba ocorrendo em um Ducto único. Como é o caso da Glândula Mucosa Esofagiana.
Já na versão composta, há uma constituição de várias unidades de secreção que são formadas por vários componentes de caráter tubular ramificado e por componentes de caráter Acinoso ramificado. Como exemplo, podemos mencionar as Glândulas Salivares Submandibular.


Como cuidar bem de uma pele oleosa?


Se você tem a pele oleosa precisa redobrar os cuidados, afinal não é nada fácil manter o controle desse excesso de óleo produzido pela pele diariamente.
E o embora pareça ser uma missão impossível manter esse controle, alguns cuidados básicos e diários podem ser colocados em prática. Em poucos dias você já consegue perder a diferença. Veja logo a seguir os principais truques para manter a pele oleosa bem cuidada:


• Não deixe de usar Protetor Solar todos os dias


É imprescindível o uso do protetor todos os dias, independente se você vai sair ou não de casa. E mesmo que você não tenha pele oleosa, esse trair serve para você também. Nenhum tipo de pele dispensa o uso de filtro solar diário.
O único cuidado que quem tem pele oleosa deve ter é na hora de comprar o protetor. O ideal é optar pelas versões próprias para quem tem esse tipo de pele.


• Remova toda a maquiagem antes de dormir


Usar maquiagem, mesmo quando se tem uma pele mais oleosa não é um problema, inclusive quando você opta por produtos próprios para o seu tipo de pele. O problema está na verdade no ato de não cuidar da pele, não limpar ela de forma eficiente e isso inclui dormir de make.
Em vista disso, é importante enfatizar a importância da limpeza de pele, não só para peles oleosas como para qualquer outra. Lave diariamente antes de dormir e assim que acordar, com o sabonete específico para sua pele e com um tônico ou água micelar.


• Fique atenta aos detalhes na hora de tomar banho


Fique atenta a temperatura da água na hora do banho, pois isso interfere diretamente nos cuidados diários com a pele. A água muito quente, por exemplo, acaba removendo parte da oleosidade natural da nossa pele e isso acaba estimulando o nosso organismo a produzir mais seno na pele.
Em vista disso, o ideal é tomar banho com água mais morna ou até mesmo fria. Inclusive, outra recomendação é tomar banhos rápidos. Pois isso ajuda a evitar o uso excessivo de sabonete que também pode interferir na saúde e beleza da pele.


• Tome bastante líquido


O processo de hidratação da pele também ocorre de dentro para fora. Não basta usar cremes e mais cremes. O organismo precisa de bastante líquido e isso promove um tratamento da pele começando da parte interna.
O ideal é ingerir no mínimo dois litros diariamente de água, suco natural e água de coco.


• Procure evitar ambientes que tenham ar-condicionado


Embora o ar-condicionado seja ótimo para aliviar o calor, por exemplo, ele é o vilão da pele oleosa. Por ressecar facilmente o ambiente em que se encontra, isso faz com que a pele se desidrate mais rápido. Em vista disso nosso organismo acaba entendemos que precisa aumentar a produção de sebo na pele.
Caso você nos possa deixar de frequentar tais ambientes, a dica é tomar bastante líquido, para manter o organismo bem hidratado.


• Evite lavar seu rosto excessivamente


Quem sofre com oleosidade pode se sentir tentado a lavar o rosto várias vezes ao dia. Mas isso é um grande vilão quando na verdade queremos controlar a oleosidade.
Toda vez que você lava o rosto, automaticamente retira o sebo da região e se você fizer isso várias vezes, o organismo vai achar que eu necessário aumentar a produção desse óleo.
Portanto, lavar até no máximo duas vezes no dia já é o suficiente. Evite os excessos.


• Aposte em cremes hidratantes específicos para pele oleosa


É comum acharmos que pele oleosa não precisa se hidratação. Mas precisa sim viu e apesar de existir diversos tipos de cremes com tal finalidade, o indicado é que quem tem pele oleosa opte por produtos específicos para isso.
Além de deixar um aspecto mais seco, os cremes para pele oleosa controlam mais eficientemente os níveis de óleo pele, por serem desenvolvidos justamente com esse propósito.

Embora o sebo na pele seja muito importante, é essencial cuidar bem da região para manter os níveis de produção dessa secreção bem equilibrados. Se você tem pele oleosa não deixa de por em prática as dicas de cuidados, pois isso vai fazer toda a diferença no seu dia a dia.
E se sua pele tem outro tipo ainda sim não dispensa os cuidados diários. Nunca esqueça que precisamos cuidar sempre da saúde da nossa pele, seja de dentro para fora, como de fora para dentro.
Se você tem amigas ou familiares com pele oleosa, não deixe de compartilhar essas dicas de cuidados. Assim como você, elas também vai amar!

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