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Dor no Clitóris: O que pode ser?

Se você é mulher muito provavelmente sabe que a região do Clitóris é uma das regiões que mais podem surpreender e que muitas vezes é subestimada. E embora cerca de 50% da população possuir este órgão sexual, pouco se ouvia falar sobre ele. Você sabia que em alguns casos é possível sentir dor no clitóris? O texto de hoje irá te dar todo os detalhes sobre o assunto e ainda te ajudar a prevenir esse tipo de desconforto no local. Leia com bastante atenção e não esqueça de chamar as amigas para aprender um pouco mais sobre o órgão feminino de suma importância no corpo de uma mulher!

Se você é mulher muito provavelmente sabe que a região do Clitóris é uma das regiões que mais podem surpreender e que muitas vezes é subestimada. E embora cerca de 50% da população possuir este órgão sexual, pouco se ouvia falar sobre ele. Você sabia que em alguns casos é possível sentir dor no clitóris?

O texto de hoje irá te dar todo os detalhes sobre o assunto e ainda te ajudar a prevenir esse tipo de desconforto no local. Leia com bastante atenção e não esqueça de chamar as amigas para aprender um pouco mais sobre o órgão feminino de suma importância no corpo de uma mulher!

Afinal, o que é um Clitóris?

Antigamente você pegava livros didáticos e encontrava muitas informações sobre o Clitóris. Informações estas completamente erradas ou cheias de enganação. Porém, com o passar do tempo, foi se aumentado os estudos sobre a região feminina até chegar em um ponto em que o Clitóris de fato foi reconhecido e valorizado como um dos mecanismos responsáveis pelo prazer de uma mulher. Para quem não sabe direito o que é um Clitóris, trata-se basicamente de um Órgão Sexual da mulher que ´similar a um botãozinho com pele em sua volta. Ele está presente bem em cima da região de abertura da Uretra, que é onde sai o xixi. O Clitóris pode ser comparado a um Iceberg, isto é, nós só temos a capacidade de ver uma pequenina parte do local, sua maior proporção fica bem escondida. Aliás, essa região maior do Clitóris se localiza bem na região interior Vaginal. O órgão se tem sua formação baseada em dois Bulbos de tecido Erétil, que é o que chamamos de Bulbos de Vestíbulo, e ambos descem ao longo da região da Vulva.

Antigamente você pegava livros didáticos e encontrava muitas informações sobre o Clitóris. Informações estas completamente erradas ou cheias de enganação. Porém, com o passar do tempo, foi se aumentado os estudos sobre a região feminina até chegar em um ponto em que o Clitóris de fato foi reconhecido e valorizado como um dos mecanismos responsáveis pelo prazer de uma mulher.

Para quem não sabe direito o que é um Clitóris, trata-se basicamente de um Órgão Sexual da mulher que ´similar a um botãozinho com pele em sua volta. Ele está presente bem em cima da região de abertura da Uretra, que é onde sai o xixi.

O Clitóris pode ser comparado a um Iceberg, isto é, nós só temos a capacidade de ver uma pequenina parte do local, sua maior proporção fica bem escondida. Aliás, essa região maior do Clitóris se localiza bem na região interior Vaginal. O órgão se tem sua formação baseada em dois Bulbos de tecido Erétil, que é o que chamamos de Bulbos de Vestíbulo, e ambos descem ao longo da região da Vulva.

Qual a finalidade do Clitóris?

Na medida em que o Pênis de um homem tem a capacidade de desempenhar diversas funções, desde a Reprodutiva até a Erótica e a Escretiva, o Clitóris da mulher só tem a capacidade de desempenhar um papel: Fazer com que a mulher sinta prazer, a ponto de chegar efetivamente ao Orgasmo.

Em outras palavras podemos dizer que o Clitóris é o único órgão do corpo de um ser humano que existe com um único objetivo: promover prazer. De forma geral, estimular o órgão é um dos segredos para fazer com que a mulherada chegue efetivamente ao Orgasmo.

Aprenda sobre alguns dos principais fatos do Clitóris

Quanto mais entendermos sobre o Clitóris, melhor conseguimos identificar quando algo pode estar errado com ele, um exemplo disso é quando a mulher sente dor na região. Em vista disso separamos muitos fatos sobre o órgão, para que você fique por dentro de tudo que envolva o assunto. Confira logo a seguir: • O Clitóris não é igual ao Pênis: Ambos órgãos não são similares, o que acontece é que de acordo com cientistas que estudam o assunto, eles são homólogos. Isso significa que tanto o Clitóris, como o Pênis, se forma a partir dos mesmos tecidos durante o desenvolvimento do bebê na região uterina. Mas é só isso. Como pudemos ver, o Clitóris está ali no corpo feminino para desempenhar a função de criação de prazer para a mulher, enquanto que o Pênis, além dessa função, também exerce a capacidade reprodutiva e Escretiva. • O Clitóris tem alto nível de sensibilidade: Para ser te uma ideia, só a ponta da região do clitóris é composta por mais de oito mil terminações de caráter nervoso, que é basicamente o dobro da quantidade que existe no Pênis. Além disso, o órgão feminino é constituído por dezoito partes diferentes, misturando tecidos Eréteis, com Músculos e Nervos. Inclusive, as sensações que começar a ser sentidas inicialmente com a estimulação do Clitóris, podem se espalhar por toda a Região da Pelve e afetar aproximadamente mais quinze mil terminações nervosas. • Não é impossível ter Orgasmo sem estimular o Clitóris: Dizer que a estimulação do Clitóris é a única forma de fazer com que uma mulher chegue ao orgasmo é um tanto duvidoso, mas a questão é que mais de setenta e cinco por cento da população feminina afirma que só conseguem sentir orgasmo estimulando a região. Até os dias atuais, ainda existe muita discussão quando o assunto é Orgasmo Vaginal, pois não se sabe ao certo se existe mesmo ou não passa de ilusão. De acordo com alguns estudos, foi possível verificar que as Glândulas Clitorianas se expandem até a região interna Vaginal e que também recebem estímulos durante a penetração no sexo. Essa questão deixa a dúvida sobre se esse tipo de orgasmo é apenas um orgasmo clitoriano de nível mais intenso ou simplesmente o orgasmo vaginal. Mas independentemente de qualquer coisa, é nítido que o Clitóris te sua enorme importância nesse sentido. • A região do Clitóris pode formar um Pênis: Você sabia que o Clitóris pode se tornar um Pênis e vice e versa? Pois bem, existem algumas modalidades de Intervenção Cirúrgica para a confirmação do gênero, que podem aumentar a região do Clitóris a fim de formar um Pênis, através da elevação de níveis hormonais no organismo. Em algumas situações, a Glande do Pênis pode ser diminuída e realocada a fim de se tornar um efetivo Clitóris. • O Clitóris nunca envelhece: De fato o Clitóris é a única região do corpo que não sofre as consequências do processo de envelhecimento. Quando atinge a maturidade, o órgão se mantém no seu ápice de poder até o fim da vida da mulher. Ou seja, a sua capacidade de dar prazer e proporcionar o orgasmo feminino nunca diminui, o que quer dizer que uma mulher de noventa anos pode sim sentir orgasmo, da mesma forma que uma mulher de 20. • O órgão cresce: Outro fato sobre o Clitóris, é que ele cresce de tamanho, independente se as outras regiões do corpo feminino já estão prontas. Na puberdade de uma menina por exemplo, o Clitóris cresce o dobro do seu tamanho e depois da Menopausa de uma mulher ele pode ficar sete vezes ainda maior. • O Clitóris não tem forma nem tamanho padrão: Assim como outras partes do corpo humano, cada Clitóris tem suas particularidades. Tem mulher que tem um Clitóris menor ou grande, mais escondido ou mais visível e assim por diante. E não é apenas o aspecto físico que varia de mulher para mulher, os níveis de sensibilidade também. Enquanto algumas já conseguem prazer estimulando pouco a região, tem outras que precisam estimular mais. Por isso é importante que a mulher se conheça e aprenda o que funciona ou não para ela na hora de estimular seu prazer. • O órgão feminino também pode ficar ereto: Assim como o Pênis, o Clitóris também pode acabar ficando ereto quando é estimulado e chega ao ápice da excitação. Isso ocorre porque os vasos de sangue da região ficam dilatados, o que faz com que chegue mais sangue para a área, deixando ela mais inchada. Na medida em que o Clitóris vai se expandindo e crescendo, ocorre o fenômeno da Vasocongestão. Além disso, quando o Clitóris feminino fica excitado, ele chega ao dobro do seu tamanho e depois do orgasmo ele volta ao normal depois de uns dez minutos. Quando o Clitóris fica ingurgitado sem alcançar o ápice do orgasmo, a ereção da mulher pode perdurar por muitas horas, mas nem toda mulher gosta disso e se sente desconfortável. • Você pode estimular o Clitóris através de Exercícios: Praticar pelo menos vinte minutinhos de Exercícios moderados, aumenta o nível de Ingurgitação do órgão em quase cento e setenta por cento, sendo que o efeito pode durar por várias horas. Por isso não fique surpresa se você tiver vontade de ir para a cama depois de um exercício realizado, acontece que quanto mais atividade você faz, mais saudável esse Clitóris fica.

Quanto mais entendermos sobre o Clitóris, melhor conseguimos identificar quando algo pode estar errado com ele, um exemplo disso é quando a mulher sente dor na região.

Em vista disso separamos muitos fatos sobre o órgão, para que você fique por dentro de tudo que envolva o assunto. Confira logo a seguir:

• O Clitóris não é igual ao Pênis: Ambos órgãos não são similares, o que acontece é que de acordo com cientistas que estudam o assunto, eles são homólogos. Isso significa que tanto o Clitóris, como o Pênis, se forma a partir dos mesmos tecidos durante o desenvolvimento do bebê na região uterina. Mas é só isso. Como pudemos ver, o Clitóris está ali no corpo feminino para desempenhar a função de criação de prazer para a mulher, enquanto que o Pênis, além dessa função, também exerce a capacidade reprodutiva e Escretiva.

• O Clitóris tem alto nível de sensibilidade: Para ser te uma ideia, só a ponta da região do clitóris é composta por mais de oito mil terminações de caráter nervoso, que é basicamente o dobro da quantidade que existe no Pênis. Além disso, o órgão feminino é constituído por dezoito partes diferentes, misturando tecidos Eréteis, com Músculos e Nervos. Inclusive, as sensações que começar a ser sentidas inicialmente com a estimulação do Clitóris, podem se espalhar por toda a Região da Pelve e afetar aproximadamente mais quinze mil terminações nervosas.

• Não é impossível ter Orgasmo sem estimular o Clitóris: Dizer que a estimulação do Clitóris é a única forma de fazer com que uma mulher chegue ao orgasmo é um tanto duvidoso, mas a questão é que mais de setenta e cinco por cento da população feminina afirma que só conseguem sentir orgasmo estimulando a região. Até os dias atuais, ainda existe muita discussão quando o assunto é Orgasmo Vaginal, pois não se sabe ao certo se existe mesmo ou não passa de ilusão. De acordo com alguns estudos, foi possível verificar que as Glândulas Clitorianas se expandem até a região interna Vaginal e que também recebem estímulos durante a penetração no sexo. Essa questão deixa a dúvida sobre se esse tipo de orgasmo é apenas um orgasmo clitoriano de nível mais intenso ou simplesmente o orgasmo vaginal. Mas independentemente de qualquer coisa, é nítido que o Clitóris te sua enorme importância nesse sentido.

• A região do Clitóris pode formar um Pênis: Você sabia que o Clitóris pode se tornar um Pênis e vice e versa? Pois bem, existem algumas modalidades de Intervenção Cirúrgica para a confirmação do gênero, que podem aumentar a região do Clitóris a fim de formar um Pênis, através da elevação de níveis hormonais no organismo. Em algumas situações, a Glande do Pênis pode ser diminuída e realocada a fim de se tornar um efetivo Clitóris.

• O Clitóris nunca envelhece: De fato o Clitóris é a única região do corpo que não sofre as consequências do processo de envelhecimento. Quando atinge a maturidade, o órgão se mantém no seu ápice de poder até o fim da vida da mulher. Ou seja, a sua capacidade de dar prazer e proporcionar o orgasmo feminino nunca diminui, o que quer dizer que uma mulher de noventa anos pode sim sentir orgasmo, da mesma forma que uma mulher de 20.

• O órgão cresce: Outro fato sobre o Clitóris, é que ele cresce de tamanho, independente se as outras regiões do corpo feminino já estão prontas. Na puberdade de uma menina por exemplo, o Clitóris cresce o dobro do seu tamanho e depois da Menopausa de uma mulher ele pode ficar sete vezes ainda maior.

• O Clitóris não tem forma nem tamanho padrão: Assim como outras partes do corpo humano, cada Clitóris tem suas particularidades. Tem mulher que tem um Clitóris menor ou grande, mais escondido ou mais visível e assim por diante. E não é apenas o aspecto físico que varia de mulher para mulher, os níveis de sensibilidade também. Enquanto algumas já conseguem prazer estimulando pouco a região, tem outras que precisam estimular mais. Por isso é importante que a mulher se conheça e aprenda o que funciona ou não para ela na hora de estimular seu prazer.

• O órgão feminino também pode ficar ereto: Assim como o Pênis, o Clitóris também pode acabar ficando ereto quando é estimulado e chega ao ápice da excitação. Isso ocorre porque os vasos de sangue da região ficam dilatados, o que faz com que chegue mais sangue para a área, deixando ela mais inchada. Na medida em que o Clitóris vai se expandindo e crescendo, ocorre o fenômeno da Vasocongestão. Além disso, quando o Clitóris feminino fica excitado, ele chega ao dobro do seu tamanho e depois do orgasmo ele volta ao normal depois de uns dez minutos. Quando o Clitóris fica ingurgitado sem alcançar o ápice do orgasmo, a ereção da mulher pode perdurar por muitas horas, mas nem toda mulher gosta disso e se sente desconfortável.

• Você pode estimular o Clitóris através de Exercícios: Praticar pelo menos vinte minutinhos de Exercícios moderados, aumenta o nível de Ingurgitação do órgão em quase cento e setenta por cento, sendo que o efeito pode durar por várias horas. Por isso não fique surpresa se você tiver vontade de ir para a cama depois de um exercício realizado, acontece que quanto mais atividade você faz, mais saudável esse Clitóris fica.

De que forma a mulher pode Estimular o Clitóris?

Claro que existem muitas formas distintas que a mulher pode usar para estimular o seu Clitóris e alcançar o desejado orgasmo, seja sozinha ou com o seu parceiro sexual.

A estimulação pode ocorrer até quando você faz exercícios físicos, de forma involuntária. Vibradores ou Brinquedinhos sexuais também ajudam na hora de estimulá-lo.
Você também pode usar um bom lubrificante para ajudar, pois embora a região da Vagina consiga se lubrificar e forma natural, existem situações em que o Clitóris fica muito seco e com pouca sensibilidade.

Estimular o Clitóris com o Sexo Oral também é uma ótima opção e extremamente cheia de prazer e durante o Sexo tradicional com penetração, a dica é encontrar as posições que estimulem ele com ais facilidade.

Porque nem todo mundo conhece o verdadeiro poder de um Clitóris?

Falar abertamente cobre esse órgão feminino só passou a ser mais comum nos dias atuais, e mesmo assim ainda existe muitas dúvidas sobre o tema e misteriosidade. E ainda hoje muitos associam a sexualidade a mulher unicamente com a Vagina e até mesmo a mulher ainda não conhece totalmente a capacidade que o seu Clitóris possui na hora de lhe proporcionar prazer. Para se ter uma ideia, no ano de 2005, foi feito uma pesquisa que mostrou que os Alunos de Graduação conseguiam identificar mais rápido um Clitóris em um diagrama, do que as próprias aluna que efetivamente possuem o órgão. Claro que nos dias atuais o conhecimento sobre o assunto cresceu bem mais, porém a parcela de pessoas que ainda são leigas sobre o tema ainda é considerável. Inclusive quando se trata da população feminina. Existem culturas que demonizam o Clitóris Infelizmente ainda existem culturas que acham que a mulher não tem o Direito de se satisfazer sexualmente. Se você estudar mais sobre o tema, verá que antigamente, muitos povos tratavam a mulher como algo insignificante e o corpo feminino era visto como se fosse uma máquina de fazer bebê. Mais de milhões de mulheres e jovens meninas foram mutiladas sexualmente. Nessa Mutilação Genital, elas perdem alguns ou a totalidade dos pedaços que ficam localizados externamente na região da Vagina, incluindo o Clitóris. Esse tipo de prática aterrorizando é decorrente do preconceito, da desigualdade de gênero, de muitos mitos e fata de conhecimento sobre o universo sexual de uma mulher. Apesar desse tipo de prática ser comum na Região do nordeste da África, não fique pensando que a região Ocidental jamais faria um tipo de coisa como essa. Só nos anos 1800, por exemplo, muitos médicos mutilaram as mulheres, tirando o seu Clitóris. Na época, essa mutilação era vista como uma forma de cura que acabava com práticas de masturbação feminina e práticas de imoralidade.

Falar abertamente cobre esse órgão feminino só passou a ser mais comum nos dias atuais, e mesmo assim ainda existe muitas dúvidas sobre o tema e misteriosidade.

E ainda hoje muitos associam a sexualidade a mulher unicamente com a Vagina e até mesmo a mulher ainda não conhece totalmente a capacidade que o seu Clitóris possui na hora de lhe proporcionar prazer.

Para se ter uma ideia, no ano de 2005, foi feito uma pesquisa que mostrou que os Alunos de Graduação conseguiam identificar mais rápido um Clitóris em um diagrama, do que as próprias aluna que efetivamente possuem o órgão.

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Claro que nos dias atuais o conhecimento sobre o assunto cresceu bem mais, porém a parcela de pessoas que ainda são leigas sobre o tema ainda é considerável. Inclusive quando se trata da população feminina.

Existem culturas que demonizam o Clitóris

Infelizmente ainda existem culturas que acham que a mulher não tem o Direito de se satisfazer sexualmente. Se você estudar mais sobre o tema, verá que antigamente, muitos povos tratavam a mulher como algo insignificante e o corpo feminino era visto como se fosse uma máquina de fazer bebê.

Mais de milhões de mulheres e jovens meninas foram mutiladas sexualmente. Nessa Mutilação Genital, elas perdem alguns ou a totalidade dos pedaços que ficam localizados externamente na região da Vagina, incluindo o Clitóris.

Esse tipo de prática aterrorizando é decorrente do preconceito, da desigualdade de gênero, de muitos mitos e fata de conhecimento sobre o universo sexual de uma mulher.

Apesar desse tipo de prática ser comum na Região do nordeste da África, não fique pensando que a região Ocidental jamais faria um tipo de coisa como essa. Só nos anos 1800, por exemplo, muitos médicos mutilaram as mulheres, tirando o seu Clitóris.

Na época, essa mutilação era vista como uma forma de cura que acabava com práticas de masturbação feminina e práticas de imoralidade.

O Clitóris também pode ser alvo de Inflamações. Saiba mais sobre o assunto!

Cuidar diariamente da saúde da região íntima é muito importante, pois dessa forma a mulher pode aproveitar ao máximo os prazeres de uma vida Sexual ativa. Como já vimos, o órgão é a parte da Vulva que mais contém Terminações nervosas, e por isso é extremamente sensível e principal responsável por proporcionar o orgasmo de uma mulher. Quando alguma mulher sente dor no Clitóris ou percebe que ele está inflamado, o desespero toma conta da situação. E existem várias causas que podem fazer com que o seu Clitóris tenha esse tipo de alterações. Quer saber quais? Leia atentamente a seguir tudo o que detalhamos para você sobre Clitóris inchado e dolorido. • Principais causas do Clitóris Inchado Não é novidade mais sabermos que o Clitóris é umas das áreas Erógenas mais importantes de uma mulher, e quando ele entra em excitação, acaba expandido o seu tamanho, já que a quantidade de sangue no local aumenta e por isso ele fica com o aspecto inchado. Se você sentir ele desse modo sempre depois de transar, se masturbar ou simplesmente se excitar, não se preocupe que isso é normal. O clitóris fica inchado mesmo. Agora, pode ser que esse inchaço ou inflamaçãozinha da região seja decorrente de alguma relação Sexual excessiva ou muito intensa, que pode fazer com que a região que é muito sensível fique inflamada e inchada. Se esse for o seu caso, o mais indicado é evitar transar até que os sinais desapareçam. E quando for ter a penetração, controle mais a força e intensidade com que ele acontece, para evitar sentir desconfortos novamente. • Principais causas do Clitóris Inflamado Com base em estudos que foram realizados sobre o tema, existem tipos de infecções que afetam a vagina e que também pode afetar o Clitóris. Quando isso acontece o órgão fica mais inchado e sensível do nada e pode surgir alguns sintomas diversos como coceiras e até mesmo sensação de ardência no local. Se você estiver sentindo isso, precisa procurar ajuda médica imediatamente pois é sinal de infecção e precisa ser tratada corretamente. O Clitóris também pode ficar inflamado por conta da Candidíase. Essa Doença provoca coceira e ardor no local também e por isso você precisa ir a um médico para saber exatamente qual a causa da sua infecção clitoriana. Se o motivo for a existência da Candidíase, não se preocupe que essa doença pode ser tratada de forma fácil, através da utilização de Antifúngicos Orais, que são comprimidos e os antifúngicos na versão de pomada. Aliás, uma das formas que você pode utilizar para prevenir essas inflamações é ter mais cuidado com o seu parceiro na hora do sexo, e garantir que a região do Clitóris estará lubrificada antes de transar ou se masturbar. A lubrificação do local previne atritos e uma consequente infecção, portanto que tal usar um bom lubrificando para facilitar na hora? Existem várias marcas muito boas disponíveis para venda e você pode comprar em qualquer farmácia.

Cuidar diariamente da saúde da região íntima é muito importante, pois dessa forma a mulher pode aproveitar ao máximo os prazeres de uma vida Sexual ativa.

Como já vimos, o órgão é a parte da Vulva que mais contém Terminações nervosas, e por isso é extremamente sensível e principal responsável por proporcionar o orgasmo de uma mulher.

Quando alguma mulher sente dor no Clitóris ou percebe que ele está inflamado, o desespero toma conta da situação. E existem várias causas que podem fazer com que o seu Clitóris tenha esse tipo de alterações. Quer saber quais? Leia atentamente a seguir tudo o que detalhamos para você sobre Clitóris inchado e dolorido.

• Principais causas do Clitóris Inchado

Não é novidade mais sabermos que o Clitóris é umas das áreas Erógenas mais importantes de uma mulher, e quando ele entra em excitação, acaba expandido o seu tamanho, já que a quantidade de sangue no local aumenta e por isso ele fica com o aspecto inchado.

Se você sentir ele desse modo sempre depois de transar, se masturbar ou simplesmente se excitar, não se preocupe que isso é normal. O clitóris fica inchado mesmo.

Agora, pode ser que esse inchaço ou inflamaçãozinha da região seja decorrente de alguma relação Sexual excessiva ou muito intensa, que pode fazer com que a região que é muito sensível fique inflamada e inchada.

Se esse for o seu caso, o mais indicado é evitar transar até que os sinais desapareçam. E quando for ter a penetração, controle mais a força e intensidade com que ele acontece, para evitar sentir desconfortos novamente.

• Principais causas do Clitóris Inflamado

Com base em estudos que foram realizados sobre o tema, existem tipos de infecções que afetam a vagina e que também pode afetar o Clitóris. Quando isso acontece o órgão fica mais inchado e sensível do nada e pode surgir alguns sintomas diversos como coceiras e até mesmo sensação de ardência no local.

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Se você estiver sentindo isso, precisa procurar ajuda médica imediatamente pois é sinal de infecção e precisa ser tratada corretamente.

O Clitóris também pode ficar inflamado por conta da Candidíase. Essa Doença provoca coceira e ardor no local também e por isso você precisa ir a um médico para saber exatamente qual a causa da sua infecção clitoriana. Se o motivo for a existência da Candidíase, não se preocupe que essa doença pode ser tratada de forma fácil, através da utilização de Antifúngicos Orais, que são comprimidos e os antifúngicos na versão de pomada.

Aliás, uma das formas que você pode utilizar para prevenir essas inflamações é ter mais cuidado com o seu parceiro na hora do sexo, e garantir que a região do Clitóris estará lubrificada antes de transar ou se masturbar.

A lubrificação do local previne atritos e uma consequente infecção, portanto que tal usar um bom lubrificando para facilitar na hora? Existem várias marcas muito boas disponíveis para venda e você pode comprar em qualquer farmácia.

O que pode ser a sensação de dor no Clitóris?

Uma das coisas que também pode acontecer é de você acabar sentindo dor no clitóris. De forma geral, existem vários fatores que podem acabar provocando essa sensação na região. Basicamente se você notar que o Clitóris ficou inchado, sensível e dolorido do nada, sem ter estimulado, procure um profissional da área, pois a inflamação da região pode ser sinal de Infecção na região da Vagina, inclusive se você também sentir ardência e coceira no local. O Clitóris também pode ficar inflamado por conta de sexo muito prolongado, cheio de excessos e atrito intenso. Em vista disso, naturalmente o órgão fica inchado e mais sensível. Se este for o seu caso, evite transar ou se masturbar até que a sensação de incômodo e desconforto cesse completamente. O órgão feminino da mulher precisa ser acariciado e tocada com delicadeza para promover prazer. Se ela não está totalmente lubrificada para transar, a penetração pode trazer incômodos e dores na região. Não esqueça que o Clitóris é muito sensível e o estímulo dele não deve ser violento e com muita intensidade, pois isso pode provocar dores, inflamações e inchaços. Algumas mulheres também acabam sentido dor no Clitóris depois de uma transa. Se além da inflamação você sente isso sempre que termina o sexo com o parceiro, procure imediatamente um especialista, para que ele descubra o que está acontecendo e lhe oriente a tratamento mais indicado. Aprenda a prevenir a dor no Clitóris De forma bem simples e prática, se você quer evitar sentir dor no clitóris, ter inflamação ou coceira na região, você precisa ter cautela na hora de estimulá-la. Tanto você como o seu parceiro sexual precisam estar com as mãos sempre limpas e unhas bem preparadas, visto que a unha em si é cheia de bactérias que podem sim passar para o local se entrar em contado direto com ele. Aliás, reforçamos a importância da lubrificação durante o contato íntimo e qualquer dor que você sentir durante o ato, avise para o seu parceiro, não tenha receios ou fique sofrendo durante o sexo. Não deixe também de ir periodicamente ao seu Ginecologista, para manter a saúde da sua região íntima sempre em dia. O ideal é ir ao médico pelo menos uma vez ao ano para as consultas de rotina e sempre que sentir alguma coisa de anormal na região dos seios, da Vulva ou da Vagina. O cuidado é fundamental para prevenir esses e qualquer outro problema que possa acometer a região.

Uma das coisas que também pode acontecer é de você acabar sentindo dor no clitóris. De forma geral, existem vários fatores que podem acabar provocando essa sensação na região.

Basicamente se você notar que o Clitóris ficou inchado, sensível e dolorido do nada, sem ter estimulado, procure um profissional da área, pois a inflamação da região pode ser sinal de Infecção na região da Vagina, inclusive se você também sentir ardência e coceira no local.

O Clitóris também pode ficar inflamado por conta de sexo muito prolongado, cheio de excessos e atrito intenso. Em vista disso, naturalmente o órgão fica inchado e mais sensível. Se este for o seu caso, evite transar ou se masturbar até que a sensação de incômodo e desconforto cesse completamente.

O órgão feminino da mulher precisa ser acariciado e tocada com delicadeza para promover prazer. Se ela não está totalmente lubrificada para transar, a penetração pode trazer incômodos e dores na região. Não esqueça que o Clitóris é muito sensível e o estímulo dele não deve ser violento e com muita intensidade, pois isso pode provocar dores, inflamações e inchaços.

Algumas mulheres também acabam sentido dor no Clitóris depois de uma transa. Se além da inflamação você sente isso sempre que termina o sexo com o parceiro, procure imediatamente um especialista, para que ele descubra o que está acontecendo e lhe oriente a tratamento mais indicado.

Aprenda a prevenir a dor no Clitóris

De forma bem simples e prática, se você quer evitar sentir dor no clitóris, ter inflamação ou coceira na região, você precisa ter cautela na hora de estimulá-la.

Tanto você como o seu parceiro sexual precisam estar com as mãos sempre limpas e unhas bem preparadas, visto que a unha em si é cheia de bactérias que podem sim passar para o local se entrar em contado direto com ele.

Aliás, reforçamos a importância da lubrificação durante o contato íntimo e qualquer dor que você sentir durante o ato, avise para o seu parceiro, não tenha receios ou fique sofrendo durante o sexo.

Não deixe também de ir periodicamente ao seu Ginecologista, para manter a saúde da sua região íntima sempre em dia. O ideal é ir ao médico pelo menos uma vez ao ano para as consultas de rotina e sempre que sentir alguma coisa de anormal na região dos seios, da Vulva ou da Vagina. O cuidado é fundamental para prevenir esses e qualquer outro problema que possa acometer a região.

Você sabe o que é Vulvodínia?

Para quem não sabe, existe uma doença que atinge a região Genital feminina chamada de Vulvodínia. Ela é caracterizada por provocar ardências e dores no local, afetando toda a Vulva e podendo até atingir a região clitoriana. Nem todo mundo conhece sobre esse problema, que pode promover Dores pélvicas de caráter crônico, Sensação de queimação e ardência na região, além de dor durante o sexo. A mulher que enfrenta a doença pode sofrer desconfortos com práticas bem simples do cotidiano que incluem: Usar um Absorvente Interno (OB), andar de bicicleta ou até mesmo usar uma simples calça jeans. Basicamente a doença se divide em duas tipologias: A Vulvodínia Localizada e a Generalizada. Ambas ainda se subdividem em Espontânea, Provocada e Mista. A versão Generalizada espontânea da doença é a mais comum, e faz com que a mulher sinta queimações frequentes na região da Vulva. E tem a versão Localizada provocada que gera sensação de dor e queimação decorrente da relação sexual, de algum exame ginecológico, do uso de roupas muito apertadas e do uso de determinados tipos de sabonetes e cremes, e assim por diante. Principais causas da Vulvodínia A Vulvodínia ainda não tem uma causa específica conhecida, mas existem fatores que podem contribuir para que o problema se desenvolva. Dos quais podemos destacar: • Ter muita sensibilidade à dor; • Fatores de carga genética; • Problemas com Disfunção no Assoalho Pélvico; • Problemas com Candidíase de Repetição; • Fatores Psicológicos. Qualquer mulher de qualquer idade pode acabar sofrendo com a doença, embora seja mais comum afetar a classe mais jovem. Sinais típicos da doença Como qualquer outra enfermidade, a Vulvodínia também tem sintomas específicos que nos ajudam a identificar a possível existência do problema. Dos principais podemos incluir dores crônicas, Sensação de calor intenso, Queimação e Ardência no local e coceiras na Vulva. Existem mulheres que ainda afirmam sentir dores em vários locais da Clitóris e em toda a região da Genitália. E embora a doença seja mais comum do que muitos imaginam, ela não é identificada tão facilmente. Cerca de mais de quinze por cento da classe feminina pode estra sofrendo com o problema e boa parte talvez nem saiba ao certo.

Para quem não sabe, existe uma doença que atinge a região Genital feminina chamada de Vulvodínia. Ela é caracterizada por provocar ardências e dores no local, afetando toda a Vulva e podendo até atingir a região clitoriana.

Nem todo mundo conhece sobre esse problema, que pode promover Dores pélvicas de caráter crônico, Sensação de queimação e ardência na região, além de dor durante o sexo.

A mulher que enfrenta a doença pode sofrer desconfortos com práticas bem simples do cotidiano que incluem: Usar um Absorvente Interno (OB), andar de bicicleta ou até mesmo usar uma simples calça jeans.

Basicamente a doença se divide em duas tipologias: A Vulvodínia Localizada e a Generalizada. Ambas ainda se subdividem em Espontânea, Provocada e Mista.

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A versão Generalizada espontânea da doença é a mais comum, e faz com que a mulher sinta queimações frequentes na região da Vulva. E tem a versão Localizada provocada que gera sensação de dor e queimação decorrente da relação sexual, de algum exame ginecológico, do uso de roupas muito apertadas e do uso de determinados tipos de sabonetes e cremes, e assim por diante.

Principais causas da Vulvodínia

A Vulvodínia ainda não tem uma causa específica conhecida, mas existem fatores que podem contribuir para que o problema se desenvolva. Dos quais podemos destacar:

• Ter muita sensibilidade à dor;

• Fatores de carga genética;

• Problemas com Disfunção no Assoalho Pélvico;

• Problemas com Candidíase de Repetição;

• Fatores Psicológicos.

Qualquer mulher de qualquer idade pode acabar sofrendo com a doença, embora seja mais comum afetar a classe mais jovem.

Sinais típicos da doença

Como qualquer outra enfermidade, a Vulvodínia também tem sintomas específicos que nos ajudam a identificar a possível existência do problema. Dos principais podemos incluir dores crônicas, Sensação de calor intenso, Queimação e Ardência no local e coceiras na Vulva.

Existem mulheres que ainda afirmam sentir dores em vários locais da Clitóris e em toda a região da Genitália. E embora a doença seja mais comum do que muitos imaginam, ela não é identificada tão facilmente. Cerca de mais de quinze por cento da classe feminina pode estra sofrendo com o problema e boa parte talvez nem saiba ao certo.

Como tratar o problema?

O processo de tratamento para quem tem a doença é baseado em técnicas multidisciplinares, que abarcam desde a Ginecologia, até a Fisioterapia, Psicologia e Nutrição. Com a Fisioterapia Pélvica, a mulher consegue retornar para as suas atividades sexuais, diminuindo a sensação de dor provocada pelo problema. Nesse processo se incluem técnicas de Massagem Perineal, Contrações, Relaxamento, Eletroterapia de caráter analgésico e Biofeedback de Eletromiografia. Realiza-se também muitos exames da região dos músculos da Pelves, a fim de identificar se há algum tipo de espasmo nos músculos, se há pontos de gatilhos que geram as dores e ainda avalia os graus de contração e o nível de capacidade para relaxar. Infelizmente, a Vulvodínia não tem cura, mas se a mulher fizer o tratamento de forma correta, ela consegue diminuir significativamente os sintomas do problema, melhorando a sua Qualidade de vida e reduzindo as sensações de dores e desconfortos. Saiba como Prevenir a Vulvodínia Mais importante do que conhecer as formas de tratamento, é conhecer as formas de prevenção para evitar desenvolver a doença algum dia concorda? Pensando nisso separamos algumas das melhores dicas para você colocar em prática e garantir a saúde da sua região íntima: • Evite usar Sabonetes, detergentes ou produtos perfumados para lavar a região íntima; • Na hora do sexo, aumente os níveis de lubrificação, usando um óleo vegetal (que pode ser o óleo de coco orgânico). Eles são melhores do que os lubrificantes tradicionais que costumamos comprar em farmácias; • Evite usar muitas roupas apertadas contra a região da Vulva; • Opte pelo uso de roupas íntimas de algodão. Independentemente do que você venha a sentir na região íntima, seja dor no clitóris, inchaço, ardências ou qualquer coisa anormal, você precisa ir em busca de ajuda médica. A saúde íntima da mulher precisa de muito cuidado e ela interfere e muito na vida sexual e pessoal. Agora que você aprendeu sobre possíveis fatores que podem causar dor no local e outros problemas, e como fazer para prevenir, redobre os cuidados e não deixe de ir ao médico pelo menos uma vez todo ano. São os exames de rotina que nos ajudam a detectar problemas com antecedência e a tratá-los o mais rápido possível. Com saúde íntima não se brinca, e o Clitóris merece cuidado triplicado, afinal é ele que é o principal responsável pela satisfação e prazer na hora H de uma mulher. Portanto, ao menor sinal de anormalidade, corra e peça ajuda médica. Não deixe para depois!

O processo de tratamento para quem tem a doença é baseado em técnicas multidisciplinares, que abarcam desde a Ginecologia, até a Fisioterapia, Psicologia e Nutrição.

Com a Fisioterapia Pélvica, a mulher consegue retornar para as suas atividades sexuais, diminuindo a sensação de dor provocada pelo problema. Nesse processo se incluem técnicas de Massagem Perineal, Contrações, Relaxamento, Eletroterapia de caráter analgésico e Biofeedback de Eletromiografia.

Realiza-se também muitos exames da região dos músculos da Pelves, a fim de identificar se há algum tipo de espasmo nos músculos, se há pontos de gatilhos que geram as dores e ainda avalia os graus de contração e o nível de capacidade para relaxar.

Infelizmente, a Vulvodínia não tem cura, mas se a mulher fizer o tratamento de forma correta, ela consegue diminuir significativamente os sintomas do problema, melhorando a sua Qualidade de vida e reduzindo as sensações de dores e desconfortos.

Saiba como Prevenir a Vulvodínia

Mais importante do que conhecer as formas de tratamento, é conhecer as formas de prevenção para evitar desenvolver a doença algum dia concorda? Pensando nisso separamos algumas das melhores dicas para você colocar em prática e garantir a saúde da sua região íntima:

• Evite usar Sabonetes, detergentes ou produtos perfumados para lavar a região íntima;

• Na hora do sexo, aumente os níveis de lubrificação, usando um óleo vegetal (que pode ser o óleo de coco orgânico). Eles são melhores do que os lubrificantes tradicionais que costumamos comprar em farmácias;

• Evite usar muitas roupas apertadas contra a região da Vulva;

• Opte pelo uso de roupas íntimas de algodão.

Independentemente do que você venha a sentir na região íntima, seja dor no clitóris, inchaço, ardências ou qualquer coisa anormal, você precisa ir em busca de ajuda médica.

A saúde íntima da mulher precisa de muito cuidado e ela interfere e muito na vida sexual e pessoal. Agora que você aprendeu sobre possíveis fatores que podem causar dor no local e outros problemas, e como fazer para prevenir, redobre os cuidados e não deixe de ir ao médico pelo menos uma vez todo ano.

São os exames de rotina que nos ajudam a detectar problemas com antecedência e a tratá-los o mais rápido possível.

Com saúde íntima não se brinca, e o Clitóris merece cuidado triplicado, afinal é ele que é o principal responsável pela satisfação e prazer na hora H de uma mulher.

Portanto, ao menor sinal de anormalidade, corra e peça ajuda médica. Não deixe para depois!

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Written by Carolina Santos

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A mulherada já sabe que para prevenir uma gravidez indesejada, além da camisinha, existem muitos outros métodos contraceptivos. E para a hora da emergência há também a pílula do dia seguinte dose única. Sabemos que o indicado é usar o anticoncepcional diariamente, mas para mulheres que evitam o remédio e faz uso do preservativo apenas, em alguns casos surge a necessidade de apelar para a famosa pílula contraceptiva de emergência, popularmente chamada de Pílula do dia seguinte. Como o próprio nome diz, a pílula é apenas para situações de emergenciais, quando a camisinha estoura e o único modo de evitar a gravidez é essa. A pílula em questão faz parte do grupo reduzido de medicamentos contraceptivos orais femininos voltados para situações emergenciais. Ela é composta por Acetato de Ulipristal, Mifepristona e Levonorgestrel, que inclusive podem se juntar com o Meloxicam. Trata-se de um remédio utilizado para evitar a gravidez precoce na adolescência ou a indesejada. Para que o efeito da pílula do dia seguinte dose única seja eficaz, a mulher tem que tomar no máximo em até quarenta e oito horas depois do sexo sem proteção. Quanto mais demorar para tomar, menor as chances e eficácia. Nas regiões da América e da Europa Ocidental, a utilização dos hormônios Acetato de Ulipristal e Levonorgestrel são as mais comuns em métodos de contracepção emergencial. Já na China e na Rússia, por exemplo, utiliza-se o Mifepristona. Claro que assim como os métodos contraceptivos orais diários, a pílula do dia seguinte dose única não protege a mulher de contrair Doenças Sexualmente Transmissíveis, aliás, é o preservativo, o único método capaz de proteger o ser humano nessa questão. Em hipótese alguma você usar a pílula do dia seguinte com regularidade, para isso tem a Pílula Anticoncepcional. Somente na emergência você deve apelar para ela. Não esqueça disso!

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